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Como manter o celular sem vírus

Como manter o celular sem vírus

17 de Outubro de 2016

O aparelho celular se tornou valioso. É lá que estão os endereços, as fotos, os nomes de familiares e até os dados bancários. O acesso ao celular e à internet pode ser uma porta de entrada para os vírus e os hackers estão de olho. Os principais alvos dessas ameaças continuam sendo os aplicativos de bancos, que têm como objetivo roubar dados de conta e senha dos usuários, segundo um levantamento da Kaspersky.

Entre o primeiro e o segundo trimestre de 2015, o número de vírus para dispositivos móveis quase triplicou, segundo relatório da mesma empresa. Fora os focados em dados bancários, existem outros vírus mais simples, que tentam empurrar propagandas para roubar arquivos dentro do aparelho (malwares) ou controlam remotamente seu aparelho para roubar dados (spywares).

O Brasil é o terceiro país que mais registra ataques cibernéticos em aparelhos celulares, atrás apenas dos Estados Unidos e China, de acordo com o gerente de segurança da PSafe, Emilio Simoni. Outra pesquisa, agora da consultoria de segurança G Data, afirma que 18 novos vírus são criados a cada minuto.

Mas como eu pego o vírus?
Assim como em computadores, os vírus para celular dependem apenas de um “deslize” do usuário para se instalar no aparelho. Clicar em links suspeitos, fazer downloads de aplicativos não confiáveis ou acessar a internet usando Wi-Fi gratuita e sem proteção e mensagens de SMS suspeitos são apenas algumas das portas.

As "iscas" são lançadas em vários lugares. Neste ano, por exemplo, hackers usaram uma rede de supermercados para atacar celulares em todo o país. Mais de oito milhões de brasileiros foram enganados com uma mensagem no WhatsApp que solicitava a participação em uma pesquisa e oferecia um vale-compra de R$500, segundo a empresa brasileira PSafe.

A febre causada pelo game Pokémon Go também serviu de “inspiração” para os criminosos. Pouco tempo depois do jogo ser lançado, hackers criaram uma versão visualmente bastante parecida com o aplicativo. Mas, no lugar do jogo, o programa era um software espião que solicitava permissões para ler, apagar e enviar mensagens, ativar e desativar redes sem fio e 3G, acessar histórico de chamadas e, inclusive, fazer ligações.

Será que o meu celular está com vírus?
Com tantos tipos de ataques, os sinais de que seu celular foi infectado podem ser vários, mas uma coisa é certa: ícones estranhos começam a aparecer na tela, há lentidão, excesso de uso do pacote de dados e bateria fraca.

Alguns vírus que exigem um processamento alto também podem esquentar o aparelho. Quando infectado, o celular fica quente mesmo quando não é usado.

Outras pistas são aplicativos instalados sem sua autorização, surgimento de pop-ups com anúncios suspeitos e redirecionamento para sites estranhos quando o usuário acessa sites rotineiros, já que a praga muda a navegação do celular e configura páginas iniciais que não foram solicitadas.

É assim que os cibercriminosos ganham dinheiro, aumentando o tráfego e audiência de determinadas páginas.

Como a maioria desses indícios nem sempre podem ser resultado de vírus, o indicado é baixar um aplicativo de antivírus no celular para ter certeza. Os programas detectam os vírus, fazem uma limpeza no smartphone e protegem o dispositivo no futuro.

Verdade ou mito?

Vírus pode queimar o celular?
Mito: Dificilmente um vírus vai afetar a parte física do aparelho a ponto de queimá-lo. O sistema operacional do celular pode ser danificado de forma permanente, inutilizando o dispositivo.

Vírus deixa o celular mais lento?
Verdade: Isso acontece porque, assim como os aplicativos, os malwares consomem recursos do sistema para rodar e o aparelho funciona de modo mais devagar que o normal.

A bateria acaba mais rápido?
Verdade: Alguns vírus ficam monitorando o uso do aparelho celular e checando os comandos enviados pelos hackers constantemente, consumindo ainda mais bateria.

Android é mais vulnerável que iPhone?
Mito: Os aparelhos Android, porém, são mais visados por hackers pois estão presentes em mais de 80% dos smartphones no mundo e permitem a instalação de aplicativos fora da loja oficial.

4 dicas para proteger seu celular

De olho nos programas
Evite instalar aplicativos que não estejam disponíveis nas lojas oficiais do sistema operacional do aparelho - como a Apple Store, do iPhone, ou o Google Play, do Android. E, mesmo que o programa esteja na loja, verifique se a reputação do desenvolvedor para saber se o app é confiável.

Verifique as permissões
Para evitar que um aplicativo "espione" seus dados ou transmita suas informações para terceiros, preste atenção nas permissões solicitadas pelo programa durante e depois de sua instalação. Por exemplo: é natural que um programa de mobilidade peça acesso ao GPS do telefone. Agora, um aplicativo para anotações não deveria saber onde você está. Se o app pedir permissões que pareçam estranhas, interrompa a instalação ou deixe de usá-lo.

Nada de clicar em links suspeitos
Assim como no laptop e em desktops, é preciso ter cuidado ao clicar em anexos e links não solicitados. Eles podem instalar programas espiões (spywares) que roubam dados do seu celular. Alguns tipos de spyware rastreiam apenas como você costuma usar a internet ou monitorar locais que você frequenta, outros podem roubar dados bancários, agenda de contato, fotos etc.

Redes Wi-Fi
Redes sem fio gratuitas podem ser uma oferta tentadora em shoppings, aeroportos e restaurantes, mas elas podem transformar seu celular em uma presa fácil para os hackers. A dica, nesses casos, é ver apenas aquilo que é realmente necessário e evitar operações que exponham seus dados demasiadamente, como fazer transações bancárias.

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