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Segurança cibernética pode se tornar matéria obrigatória nas escolas brasileiras

Segurança cibernética pode se tornar matéria obrigatória nas escolas brasileiras

01 de Abril de 2016

Em tempos de espionagem, informação sobre segurança cibernética nunca é demais - especialmente nas escolas. É por isso que o coordenador geral do Núcleo de Credenciamento de Segurança da Casa Militar da Presidência da República, João Rufino Sales, quer incluir na grade curricular dos alunos uma disciplina que os instrua a usar a internet de forma segura.

Durante o Seminário Políticas Públicas & Negócios, realizado pela Brasscom nesta quinta-feira (31), em Brasília, Sales disse que negocia com o Ministério da Educação a inclusão de uma nova matéria chamada "Segurança da Informação e Segurança Cibernética".

Segundo o especialista, as escolas precisam ensinar desde já sobre o tema que, em sua opinião, foi subestimado. "Tecnologia não é o único ponto importante da Segurança da Informação. Ela é importante. Mas não é única. É preciso capacitação e mudança de processo. Sem isso, não há segurança", disse.

Sales também comentou que a disciplina irá ajudar na carreira de futuros profissionais, pois não adianta "cobrirmos uma necessidade, mas não resolver o problema". "Estamos formando profissionais - mais de 1000 já foram treinados -, mas não temos fôlego para gerar tantos qualificados como podemos ter com segurança como matéria curricular. E a sociedade conectada exige esse tipo de atuação", comentou.

"Da mesma forma que a criança aprendeu que, quando você sai na rua e está chovendo, e você tem que colocar alguma coisa que as protejam da chuva, ela também tem que saber que, quando está no espaço cibernético, precisa de proteção. E isso não vai se conseguir em curto prazo, mas sim com uma continuidade do aprimoramento [da disciplina em segurança cibernética]", explicou.

Sales também defendeu que é preciso investir em mais pesquisas sobre segurança da informação e segurança cibernética - algo que, segundo ele, o governo já está fazendo. Além disso, ele disse que os órgãos públicos de cada município precisam acompanhar as evoluções tecnológicas, uma vez que elas são constantes e se atualizam a cada ano.

Via canaltech.com.br